Dia maravilhoso. O calor arrefecera na cidade. (Quando se diz "arrefeceu" é porque a cidade andava o microcosmo do inferno naquele verão).
Ela acordou feliz, alegre; em toda sua plenitude, tomada de amor, sentindo-se, sabe-se lá porque, linda!
Disposta a abraçar todas as alegrias da vida naquele dia, agradecida a Deus, pois aquela sensação há muito tempo não era sentida.
Cuidou do almoço ouvindo música. Arrumou-se com esmero para o trabalho; escolheu sapatos e roupas com o maior carinho. Queria ser admirada. Olhou-se no espelho e amou o que viu.
Sentia-se tão leve e livre que, propositadamente demorou mais tempo no trabalho.
Dirigiu até em casa devagar, curtindo o som do rock nas alturas no rádio do carro e dançando ao volante. Nem estressou com o trânsito, normalmente enlouquecedor. Estava muito de bem com a vida!
Ainda muito feliz, chegou em casa, beijou o marido e, pretendendo terminar o dia melhor que começara, o chamou para dançar. Enfeitou-se mais ainda. Escolheu jóias, melhorou a maquiagem - estas coisas de mulher que quer ficar bonita para si e para o mundo.
Saíram, jantaram ... Ela acompanhou a banda cantando junto todas as músicas que tocaram.
Nunca fizera questão, mas a lua cheia naquela noite esta diferente. Então, pediu ao garçon que fotografasse o casal. Marido fez bico, não estava entendendo tanta felicidade, mas aceitou.
No curtíssimo caminho de volta para casa - Ela estava "possuída" de uma energia estranha, como se estivesse drogada de felicidade. A lua, o mar, o frescor da noite; colocou uma música bem romântica para tocar e....
Terminou a noite banhada em lágrimas, num choro convulsivo de tristeza. Um pranto tão dóido quando a felicidade do início do dia, ou, por isto mesmo, mais doído ainda. Como ele conseguira estragar tudo tão rapidamente?
LOUCA ESTA VIDA!
Ela acordou feliz, alegre; em toda sua plenitude, tomada de amor, sentindo-se, sabe-se lá porque, linda!
Disposta a abraçar todas as alegrias da vida naquele dia, agradecida a Deus, pois aquela sensação há muito tempo não era sentida.
Cuidou do almoço ouvindo música. Arrumou-se com esmero para o trabalho; escolheu sapatos e roupas com o maior carinho. Queria ser admirada. Olhou-se no espelho e amou o que viu.
Sentia-se tão leve e livre que, propositadamente demorou mais tempo no trabalho.
Dirigiu até em casa devagar, curtindo o som do rock nas alturas no rádio do carro e dançando ao volante. Nem estressou com o trânsito, normalmente enlouquecedor. Estava muito de bem com a vida!
Ainda muito feliz, chegou em casa, beijou o marido e, pretendendo terminar o dia melhor que começara, o chamou para dançar. Enfeitou-se mais ainda. Escolheu jóias, melhorou a maquiagem - estas coisas de mulher que quer ficar bonita para si e para o mundo.
Saíram, jantaram ... Ela acompanhou a banda cantando junto todas as músicas que tocaram.
Nunca fizera questão, mas a lua cheia naquela noite esta diferente. Então, pediu ao garçon que fotografasse o casal. Marido fez bico, não estava entendendo tanta felicidade, mas aceitou.
No curtíssimo caminho de volta para casa - Ela estava "possuída" de uma energia estranha, como se estivesse drogada de felicidade. A lua, o mar, o frescor da noite; colocou uma música bem romântica para tocar e....
Terminou a noite banhada em lágrimas, num choro convulsivo de tristeza. Um pranto tão dóido quando a felicidade do início do dia, ou, por isto mesmo, mais doído ainda. Como ele conseguira estragar tudo tão rapidamente?
LOUCA ESTA VIDA!
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